quarta-feira, 17 de abril de 2013

DEVOLUÇÃO AOS APRESSADOS

Pois é. Já dei satisfações até demais, pena que não fui entendido. Quem teve que enfrentar a incompetência, a preguiça e o descaso dos funcionários da BN fui eu, SEM RECEBER NADA POR ISSO, e confesso que não sei se mereço aguentar pressão (e até desconfiança!), pois já tenho que aguentar como todo mundo a "embromacia" da Biblioteca Nacional sobre a qual não tenho a mínima parcela de culpa! Lembro a todos que toda essa demora se deve ao fato de tratar-se de um livro com PLURALIDADE DE AUTORES. Não aconteceria se fosse um livro de apenas UM AUTOR, pois a burocracia é bem menor, experiência que tive quando registrei meu próprio livro de poemas em 2005. Foi tudo rápido, levou menos de 60 dias.
Lembro ainda que todas as documentações (xerox autenticadas etc etc.) que foram pedidas, nada foi exigência da Meira Lopes Editora, e sim da própria BN! 
Depois que eu atendi à exigência deles (acho que eles pensaram que eu não iria conseguir... se deram mal!) a responsabilidade a partir de então passou a ser deles, e eu não posso invadir uma repartição federal com um arma, uma foice, um machado ou sei lá... e dar a ordem para eles gerarem logo a bendita ficha catalográfica. Olha, eu até poderia ainda publicar o livro SEM FICHA CATALOGRÁFICA, mas seria uma pena pois não seria registrado num arquivo de credibilidade pública internacional, mas se a maioria preferir assim, publicarei sem a ficha mesmo. Faço o que a maioria decidir. Nesse caso eu retiraria do livro apenas os meus poemas e publicaria somente o de vocês, sem problemas. Agora, com relação aos desconfiados, devo lembrar que nenhuma documentação enviada está em poder da Meira Lopes, mas podem ser retiradas facilmente na BN, e já dei ordem ao escritório da Editora para devolver imediatamente todos os poemas, xerox e documentação, mais as despesas de autenticação dos insatisfeitos, que poderão utilizar-se do email "meiralopeseditora@sergiolopes.com.br" imediata do valor gasto com as autenticações. Nesse caso permanecerão apenas os poemas cuja devolução não for solicitada,  solicito que se apressem pois terei ainda que a fazer a nova averbação do livro com os poemas retirados na BN para recomposição do livro e alteração do índice. 
Quanto aos que se mantiveram em silêncio e esperando, como eu também estou, pois sou igualmente um dos maiores interessados na liberação do livro, lembro que desde SEMPRE, tudo que dependeu do serviço público gratuito de repartições federais SEMPRE foi assim mesmo: na velocidade de uma tartaruga. Alguém aí conhece algum servidor público de repartição federal que goste de trabalhar rápido? 

Abraços a todos.

Sergio Lopes 

...

18 comentários:

  1. Bom dia poeta!
    Compreendo a sua indignação...

    Peço desculpas por deixar alguns recados na postagem anterior.

    NUNCA desconfiei de sua probidade!

    Estava sim, preocupada com sua ausência dos sites,inclusive das crônicas!
    Não houve nenhuma perda financeira.

    Será uma honra ter meus rabiscos em seu livro!

    Antes desse concurso minha autoestima estava "baixa”...
    Tenho muito que agradecer!

    Desculpe se de alguma maneira a escrita foi interpretada como cobrança.

    Sempre disse aos que entraram em contato que deveríamos esperar...

    Só errei no SILÊNCIO!
    ...

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  2. Olá, Sérgio! Como vai, amigo?
    Poxa, lamentável o que está ocorrendo, tanto da parte da BN quanto da parte de autores "desconfiados"... Declaro publicamente entender inexistente culpa de sua parte, em vista da demora - aparentemente sem justificativa - da mencionada fundação. De igual modo, lamento a desistência de alguns colegas, em vista desse episódio, mormente após os esforços empreendidos na construção e inscrição dos respectivos poemas no certame, além da "campanha" realizada em prol das "eleições" pertinentes... No mesmo sentido, causa-me lástima observar que, precipitado, algum colega/autor tenha chegado a culpá-lo pela inércia do projeto literário, sugerindo, inclusive, a ocorrência de suspeitas a cargo da Meira Lopes Editora, em vista do "recolhimento" de documentações... Esqueceu-se o colega, certamente, do esmero dessa editora em realizar o árduo trabalho de promover o concurso sem que nos exigíssemos algo, a não ser somente inscrever os poemas e aguardar. Sim, aguardar, como eu e, com certeza, muitos estamos fazendo. Por fim e por mim, porém, crendo ser também por tantos outros "autores poéticos do Brasil", registre-se aqui meu apoio, o qual ora digito sincera e publicamente, afirmando encontrar-me estribado na seriedade do seu trabalho, cujo fruto, mais cedo ou mais tarde, haveremos de colher: o livro "AUTORES POÉTICOS DO BRASIL - EDIÇÃO 2012". Com o meu boa-tarde e um fraterno abraço a todos, saúde e paz, sempre.

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  4. Prezado Sérgio Lopes, Li o que escreveu aqui. Não sei se fui incluído entre os apressados e os desconfiados. Em nenhum momento cobrei pressa, assim como nunca desconfiei da honestidade, do empenho em enfrentar a burocracia por você e pela Meira Lopes, de vossas generosidades em promover um concurso como este e da validade deste concurso.

    Entretanto, todos esses equívocos poderiam ser evitados se a Meira Lopes informasse o andamento do processo com a Biblioteca Nacional, ao menos uma vez por mês, mostrando que este site continua em pleno funcionamento.

    A perspectiva de ter alguns poemas publicados gera ansiedade, é comum. Talvez não signifique muito para alguns, mas para outros é um evento marcante em suas vidas. Gera outras motivações, se prepara os amigos, os familiares para a recepção do livro. Isto gera cobrança: " E o livro, quando sai?" Gera descrédito nessas mesmas pessoas quanto ao "tal" livro que seria publicado.

    Para uns que tem a ansiedade diminuída por outros afazeres, a noção de tempo é imperceptível, mas para outros - que até mesmo usa esse evento para sobrepor algum desânimo, desmotivação, depressão, por exemplo - o tempo é um caracol. E por isso manter essas pessoas informadas é muito importante, isso não lhes tirará o brilho nos olhos.

    Quanto a mim, essa demora em nada me afeta, não tenho esse deslumbramento. Entretanto, torno a repetir a burocracia da Biblioteca Nacional é um problema nosso, mas a manutenção das informações referentes ao processo de produção de um livro que se originou da propositura através de um concurso público, onde se comprometeu com pessoas, é da Meira Lopes. Portanto, é da Meira Lopes a obrigação de divulgar sazonalmente informações sobre este processo. Para evitar males-entendidos.

    Continuo esperando o livro. E desejo que Deus comova os burocratas.

    Abraço, não desamine meu amigo, por minhas ou outras palavras. Isso faz parte do processo. O importante é o respeito reciproco às pessoas e o amor à arte.

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    1. Sergio Caldeira,
      faço minha metade de suas palavras e concordo plenamente, quanto ao fato de haver faltado informação com o silêncio em relação a publicação do livro.
      Eu me incluo nos que tem a ansiedade diminuída por outros afazeres, pois apesar de aposentado, gosto, continuo trabalhando e nem precisaria.
      Escrevo por simples prazer e diversão, e fui um dos poucos que teve coragem de vir aqui, publicamente cobrar consideração, o que, provavelmente motivou o pronunciamento de nosso amigo.
      Quando quero publicar um livro, o faço por mim mesmo, mas nunca poesia, pois não me sinto nem me considero poeta.
      Participei do concurso por curiosidade, sem grandes expectativas e incentivado pelo próprio Sergio e ao contrário de voce, sei que fui incluído não nos apressados. mas nos desconfiados sim, pois como disse em meu comentário anterior a internet é sim o mundo da mentira e da hipocrisia e qualquer um de nós pode vir a ser uma de suas vítimas.
      Não tive a intenção de ofender ninguém, mas estou certo que coloquei o assunto, que estava meio esquecido , em pauta.
      Seu comentário é oportuno, e suas observações pertinentes,
      Saudações,
      Jogon Santos.

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  6. Prezado Sergio Leite,
    Claro que eu "vestí a carapuça" dos desconfiados,e sinceramente,
    não me arrependo, pois voce acabou arranjando um tempo para dar
    uma satisfação mais detalhada do que estava acontecendo.
    De minha parte voce não precisa se preocupar em devolver nada e tão pouco publicar o único soneto, dos poucos que enviei incentivado por voce, que tive classificado.
    Penso que isso não vai fazer nenhuma diferença mutuamente.
    Desejo, sinceramente que voce e todos os classificados tenham muito sucesso com a publicação do livro, e peço desculpas se fui descortês em meu comentário, mas. convenhamos, faltou informação.
    Abraços,
    Jogon Santos.

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  8. De flor em flor,de guerra em guerra
    letras e desafetos,poetas em guerra
    rasgou-se o verbo,aqui na terra
    a postagem em cor de escarlate
    remete-me a um tempo,o tempo das Cruzadas
    em que a poeira apenas nos diz :
    que o mundo é só o mundo
    e o homem ,um eterno aprendiz...


    ri tanto ,tanto tanto

    com respeito

    Verônica Ortega

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  9. Moura.

    Olá meu ídolo Sérgio Lopes, com ou sem livro você continuará sendo o meu poeta e compositor, aquele que me acalma com suas letras melódicas educadas.

    Bom, eu concordo com que falaste, nesse mundo sistemático e burocrático só enrolam, eu faço questão que seja registrado, e que tenha meus dois rabiscos, contudo eu mesmo me ausentei em comentários, pois percebi um espécie de abando, tanto no "autores do Brasil", quanto no "Crônica de Sérgio" contudo entendi quando soube que estavas se formando na sua faculdade de direito, TENHAMOS PACIÊNCIA, pois é muito difícil esse processo, quem sabe daqui pro final do ano ele saia, EU FICO NA ESPERA!!

    MAS....O que seu público quer mesmo é cd novo pela mk..kkkkk, brincadeira! Boa noite.

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  10. Soneto do pensamento poético

    Não sei se sou o poeta que você pensa
    Nem se o seu coração bateu na minha poesia
    Não sei se ela te abraça ou se te arrebenta
    E se apresenta como uma linda melodia.

    Venha de braços aberto ao meu poetizar
    Que canta diversos versos por paixão
    Trazendo no peito a beleza do amor e do amar
    Literalmente a literatura e o seu coração.

    Todo poeta fala como plano de fundo
    Seja no desktop do poema ou na tela cheia
    A memória digita no Word, seu amor profundo.

    Hoje, amanhã ou no dia que você imaginar
    Sempre serei um pensador dos seus pensamentos
    Mesmo que a minha poesia não queira te amar.

    Chicomattos.

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  11. Graça e Paz! Sérgio. Eu particularmente não poderia ficar desconfiada de uma pessoa do seu caráter e além do mais sendo um adorador. Eu acho que faltou aqui informações.Todos nós sabemos que o servidor público não ta nem ai pra nada. Eu quando perguntava e aí alguma novidade?...Esperava esse procedimento apenas.(Nada demais para editora) nos manter informados de vez em quando. Até porque ninguém aqui vai sobreviver disso. Como tudo foi tão envolvente e muito participativo ficamos sem saber o que estava acontecendo. Tem tantos outros poetas esperando pelo concurso entende?! E ficamos sem ter o que dizer.Eu concordo plenamente com você de fazer tudo conforme deve ser. E esperarei o tempo que for necessário! Fica com Deus... E boa sorte! Abraços fraternos.

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  12. Alô pessoal! Nesta segunda estarei indo na Biblioteca Nacional para ver se finalmente já geraram a ficha catalográfica do livro. Vai ser minha última tentativa pacífica! Espero não sair de lá preso por ter esculhambado a preguiça de alguns servidores de lá...

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    1. Ok Sérgio.
      Obrigada por informar...
      Vá com calma!
      rs

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  13. "QUEM NASCEU PRA CANGALHA, NÃO DÁ PRA SELA"
    Acredito que o amigo tenha ouvido este provérbio quando residia por aqui, pelo Nordeste. Pois é, o dito ainda está valendo.
    Paciência, meu irmão, muita gente pensa que de um salto se chega ao estrelato...
    Um abraço grande no seu coração! E o bode ainda está de pé... Precisamos derrubá-lo! Rs rs.

    Seu amigo Alfrânio.

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  14. E ai tem novas notícias do livro? Seja bem vindo ao blog Sergio novamente ,quando vai aparecer por lá

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  15. Fim de mais um ano e o livro tão esperado...

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    1. Sergio, um belo fim de Ano! Saudade de suas crônicas , e ai quando vai escrever. e quanto ao livro pode nos dá notícia?

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